Como dizer em inglês… valeu a pena?

 

Hi!  Está lembrado de como dizer ‘vale a pena’, ‘valeu a pena viajar’, ‘valeu todo o esforço’, etc em inglês?Hoje a dica é exclusiva. Se você acha que já viu isso mas não lembra direito, ou se não tem a menor ideia, o post é pra você.

Antes de mais nada, ouça a pronúncia de worth aqui. Agora, pense em algumas coisas que você comprou, ou pelas quais você pagou recentemente. Um filme no cinema, uma refeição em algum bar ou restaurante, uma roupa. Quanto você pagou? E mais uma pergunta: valeu o preço? Valeu a pena gastar, por exemplo, 15 reais na entrada daquele filme, 40 reais por aquela refeição, e 90 reais pela blusa?

É exatamente nestas perguntas que worth entra:

  • Was the movie worth the price of the ticket? Was the movie worth 15 reaisO filme valeu o preço da entrada? O filme vale (valeu) 15 reais?
  • Is this shirt worth 90 reais?Was that meal worth 40 reais? Was it worth all that moneyAquela refeição valeu 40 reais? Ela valeu todo esse dinheiro?
  • Is this shirt worth 90 reais? It’s not even cotton. Is this piece of artificial fabric shaped like a shirt worth that muchEssa camisa vale 90 reais? Não é nem de algodão. Esse pedaço de tecido artificial em forma de camisa vale tanto assim?

Veja que nos exemplos acima estamos sempre perguntando se alguma coisa vale um tanto de dinheiro. Mas podemos perguntar também se essa coisa vale o esforço, o trabalho, a tentativa, qualquer coisa que a gente ache que represente um custo. Fique de olho nas partes de sentenças que estão sublinhadas aqui neste post: são o “custo” nos exemplos.

Vamos dizer que você tenha um trabalho em que ganhe R$ 7,50 a hora digitando relatórios em um computador. Portanto, para pagar a entrada pra ver aquele filme, você teve que trabalhar duas horas. Valeu a pena? Aquele filme valeu duas horas do seu trabalho? Foi bom assim?

Was that movie worth two hours of your workAquele filme valeu duas horas do seu trabalho?

Was it worth it?Agora imagine que aquela refeição que custou 40 reais foi num restaurante lá longe. Você teve que perder uma aula importante na faculdade, pegar ônibus lotado por uma hora e meia e esperar pra conseguir uma mesa por mais uma hora. Agora a pergunta não é nem se a refeição valeu 40 reais… a pergunta é, valeu a pena fazer tudo isso por aquele almoço?

  • Was that lunch worth missing an important class?
  • Was it worth being in a crowded bus for over an hour?
  • Was it worth standing in line for an hour?

E se você quiser juntar tudo – valeu a pena fazer tudo isso? Valeu a pena perder uma aula importante, ficar no ônibus lotado uma hora e meia, ficar na fila mais uma hora e ainda torrar 40 reais? “Was that meal worth missing an important class, being in a crowded bus for over an hour, standing in line for another hour and then shelling out 40 reais?” Saiba mais sobre o uso de -ING depois do worth com esse post e esse outro.

 

Mais alguns exemplos

Leia esses exemplos e perceba o que vale/valeu ou não vale/valeu o “custo”

“I studied very hard in 2009 to get into that college, and now I’m not very impressed with the course. I’m not sure it (the course) was worth all the effort

“The prize is a trip to Mexico, and all you have to do to participate is answer five questions. It (participating and trying to win a trip to Mexico) is worth a shot” Veja mais sobre a shot nesse podcast.

“Mary told me she worked extremely hard as a consultant for five years. I asked her “Was it worth it (working so hard)? She said “Yes. I became a millionaire”

 

O que o pessoal diz pela net

Veja dois exemplos que encontrei de worth the effort usando o Google. O que as pessoas estão perguntando se vale o que?

“I have a number of old Nikon Lenses. Is there a way to attach to a digital Camera? What kind of camera and what adaptors are needed? Is it worth the effort?”

“I read this book four times, very slowly, in order to understand it. Clearly, it was well worth the effort”

 

Quais são seus exemplos? O que você fez por algum objetivo, que valeu ou não a pena? Por sinal, a simples pergunta “Valeu a pena?” é “Was it worth it?”

Fonte: Inglesonline

Medo é um estado emocional que surge em resposta a consciência perante uma situação de eventual perigo. Nesse artigo vamos apresentar os 4 principais medos que os pais possuem em relação ao futuro financeiro de seus filhos e família.

A ideia de que algo ou alguma coisa possa ameaçar a segurança ou a vida de alguém, faz com que o cérebro ative, involuntariamente, uma série de compostos químicos que provocam reações que caracterizam o medo.

Inconscientemente, as características físicas reproduzidas pelo sentimento de medo preparam o corpo para duas prováveis reações naturais: o confronto ou a fuga.

Trazendo para dentro da família, nós pais temos medos em relação ao futuro de nossos filhos, da mesma forma que nossos pais tinham em relação à nós.

Quando éramos crianças, por diversas vezes criticávamos nossos pais por nos controlarem o tempo todo.  Sempre achávamos que já éramos grandes o suficiente para tomarmos nossas decisões. Dizíamos: “Mãe, deixe disso,  eu sei o que faço e não é perigoso!”; ou: “Pare que este medo todo, vou voltar cedo!”; Os pais falavam: “Cuidado com as más companhias”. “Olhe por onde anda”! Sobre a parte financeira da família sempre ouvíamos quando pedíamos alguma coisa para comprar. “Meu filho, você acha que dinheiro cresce em árvores? Temos que poupar para o futuro!”.

Enfim, por diversas vezes, acreditávamos que nossos pais eram super-protetores conosco.

Os 4 principais medos que os pais possuem em relação ao futuro financeiro de seus filhos e família.

Ter medo é saudável até o ponto que não nos paralise!!!

Hoje, que somos pais e mães, vemos que eles estavam certos. E acredito que temos mais medos hoje em dia do que eles tinham há 30 anos atrás.

Os perigos que rondam o mundo de hoje (violência e criminalidade aumentaram muito) fazem os adultos terem medo pelo futuro de seus filhos. Mas sonhar é preciso, e preparar-se para um futuro melhor é imprescindível. A esperança e a coragem  devem sempre vencer o medo e as demais dificuldades que impedem as realizações.

Relacionado a dinheiro, nossos pais não conversavam praticamente nada sobre este assunto conosco. Naquela época não tínhamos tantas opções de compra. O tênis para ir à escola durava até fazer um furo na sola! E quem nunca usou um prego para remendar as Havaianas? Tomávamos refrigerante somente aos domingos… Brincávamos na rua até a noite chegar e só voltávamos para casa quando nossa mãe chamava. Nossos pais não tinham aquele medo todo da violência que sofremos hoje!

Os pais sonham sempre com o melhor para seus filhos. Desde que estão na barriga da mãe, já começam a fazer planos para o futuro deles. Quando nascem, muitos pais até mesmo já pensam em abrir uma poupança pensando na faculdade.

O poder de compra da população aumentou, e nossos filhos tem acesso a milhões de brinquedos, celulares, tablets, jogos se comparados com o que tínhamos em nossa infância. Antes construíamos nossos brinquedos e era muito divertido. Hoje nossos filhos querem tudo e após conseguirem, brincam um pouco e muitas vezes os brinquedos ficam jogados nos cantos… E já querem outro que passa na tv… Mas temos medo de frustá-los por não darmos o que pedem.

Desta forma, além dos medos da violência, más companhias, doenças, etc…, tentamos com este artigo elencar os maiores medos dos pais em relação ao futuro financeiro dos filhos e família:

1 – Será que vou conseguir pagar a faculdade de meus filhos? 

Um dos maiores gastos que temos com nossos filhos é a escola. Como a educação pública no Brasil é precária, nós tentamos fazer o máximo para que eles estudem em escolas privadas, que teoricamente são melhores. E não são baratas! Este é um dos itens que os pais mais pensam antes de ter outros filhos. Inclusive as mulheres brasileiras hoje tem menos de 2 filhos em média. Na década de 70 a média era de 6 filhos por mulher!!!

Os casais hoje em dia pensam mais nos impactos financeiros do que no passado. Se não já fizeram, façam as contas do custo de um filho em escola privada desde a idade de 5 anos até após a faculdade. São por volta de 25 anos pagando a escola. E isso é proporcional ao número de filhos por casal!

2 – Se meu filho adoecer, conseguirei pagar um tratamento?

Outro receio dos pais é com a saúde dos filhos. E como nosso sistema de saúde brasileiro também é ruim, a maioria de nós já paga ou pensa em pagar um plano de saúde para a família. E todos sabemos que estes planos são caros. E mesmo pagando, o atendimento também deixa a desejar. Quem nunca esperou um mês para conseguir uma consulta para um pediatra “renomado”?

3 – A mãe deve trabalhar ou ficar com os filhos na 1ª infância? Medo de deixar os filhos pequenos com outros ou em creches.

Antigamente era cultura ou “machismo” as mães viverem pelos filhos e cuidando da casa. Raramente nossas avós ou mesmo mães trabalhavam fora de casa.

Nos últimos 50 anos, as mulheres têm deixado de atuar apenas no ambiente privado para também se lançarem no mercado de trabalho. Hoje a realidade é outra! As mulheres representam 44% do mercado formal de trabalho.

E visando o maior conforto e poder aquisitivo da família, a mulher está contribuindo, e muito, para as finanças da casa. Os dois trabalham. E em muitos lares, a mulher é a principal renda da família.

Apesar desta evolução, as mulheres estão tendo uma dúvida que no passado não existia. “O que farei após o período de licença maternidade? Voltar para o trabalho ou me dedicar ao crescimento dos filhos nestes primeiros anos de vida da criança?”

O medo de deixar a criança de alguns meses de vida com alguém em casa ou na creche é de partir o coração. E muitas mães não possuem esta escolha. Para compor a renda da família, voltam para o trabalho.

4 – Medo sobre o futuro profissional do filho (O que ele será quando crescer!?)

Um dos maiores medos enfrentados pelos pais é o de pensar no futuro profissional dos filhos. Este medo é um dos maiores, pois engloba a maioria dos itens citados acima, pois começa com a mãe gerando o filho e depois decidindo se irá trabalhar fora de casa ou não, se conseguirá pagar pela saúde e segurança dos filhos, e receio de não conseguir dar uma educação de qualidade para os filhos durante sua vida, que culminará com a formação de um bom profissional no futuro, que poderá ter um ótimo emprego ou um negócio próprio.

Tenho certeza de que estes medos e dúvidas, além de outros, passam por nossas cabeças assim que nossos filhos nascem.

E isso é normal, pois nossos instintos como pais é o de protegê-los, mas acredito que uma forma de diminuir os medos e incertezas é o de planejar as finanças da família, antes mesmo dos filhos nascerem.

Planejamento das finanças – Família

Uma dica importante que o Graninha Kids pode dar é que os pais devem conhecer e organizar sua finanças, tais como o faturamento líquido (salário já descontado os impostos), gastos fixos mensais (aluguel, prestações, energia, água, condomínio, escola, telefone, supermercado, tv a cabo, internet etc…). Gastos com saúde, medicamentos, transporte, academia também devem ser considerados. Gastos médios mensais com lazer, tais como restaurantes, shows, viagens, presentes são importantes para este planejamento. Doações também são importantes considerar.

Agora faça o balanço de seu faturamento líquido menos suas despesas mensais. O que sobrar, é o valor que poderá trabalhar pensando no filho que virá.

Faça contas, mesmo que sejam estimativas, de quanto este filho planejado causará impacto nas finanças da família (maternidade, plano de saúde, fraldas, remédios, supermercado, creche, etc…). Analise as contas e verifique se este acréscimo caberá em seu bolso. Se sim, ótimo! Vá investindo a cada mês em um fundo de sua escolha para não ter “apertos” quando o bebê chegar. E continue com este exercício de investir para o futuro dele e da família para sempre! Lembre-se que após a creche virá a escola, inglês, balé, futebol, cursinho, faculdade… Isso tudo deverá ser contabilizado!!!

Mas, se a chegada deste novo bebê causar um impacto negativo nas contas da família é hora de refletir sobre o que podem fazer, pois é melhor adiar este sonho de serem pais um pouquinho mais, do que se endividarem e começarem a ter problemas. E dívidas são bolas de neve se não forem trabalhadas efetivamente.

Pontos a se pensar: conseguimos reduzir nosso custo fixo e supérfluos? Devo buscar um novo emprego para ganhar mais? Se a esposa não trabalha, irá começar? Estes são alguns dos pontos para vocês pensarem antes de terem um filho.

Se já são pais, possuem uma certa experiência com isto. Mas este exercício deverá ser feito.

Planejamento das finanças – para seu filho

O planejamento financeiro é super importante para manter as contas da família saudáveis e não causarem problemas no futuro. Dívidas destroem os relacionamentos, causam doenças e tristeza.

É necessario que os pais aprendam sobre organização financeira para ensinarem este hábito saudável para seus filhos desde cedo. Quanto mais a família conversar sobre dinheiro dentro de casa, mais aprenderão e menos problemas financeiros terão.

 

Fonte: graninhakids.com